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Primeiro Talk Online de 2021 aborda novas tendências para o mercado de Óleo e Gás

Primeiro Talk Online de 2021 aborda novas tendências para o mercado de Óleo e Gás

A Rede Petro-BC, em parceria com o Sebrae, Firjan e a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) realizou, no último dia 04 de fevereiro, o primeiro Talk Online de 2021, via plataforma Teams. O evento contou com duas palestras de atualização: “Novas tecnologias e perspectivas para o setor de Petróleo &Gás”, ministrada pelo superintendente de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Alfredo Renault, e “Desenvolvimento da Cadeia de Valor de Óleo Gás: visão fornecedores” apresentada pela gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan e Diretora Geral da ONIP, Karine Fragoso.

“Esse é nosso primeiro evento de 2021, de abertura do ano, e é importante para que os empresários tenham uma visão clara de como funciona a cadeia produtiva de fornecedores”, destacou Gilberto Soares coordenador do Sebrae da Região Norte-Fluminense na abertura do evento.

Glauco Nader, um dos coordenadores da Rede Petro-BC, também participou da abertura do Talk. “Quero agradecer ao Sebrae pela parceria ao longo desses 17 anos. É o papel da Rede Petro trazer informações mais estruturadas e o Sebrae vem de encontro a isso trazendo o Alfredo Renault e a Karina, da Firjan, com a visão da indústria que esperamos que esse ano traga um alento para o nosso fluxo de caixa, além de tomarmos decisões mais adequadas para o nosso negócio”.

Desenvolvimento da Cadeia de Valor de Óleo Gás: visão fornecedores

A gerente de Petróleo, Gás e Naval da Firjan e Diretora Geral da ONIP, Karine Fragoso, informou que na região da Bacia de Campos encontramos as principais instituições que trabalham com fornecedores a partir do Rio de Janeiro e por isso a importância das atualizações deste segmento. “O ano de 2020 foi singular, ainda vivemos em uma pandemia, a inserção da tecnologia é fundamental e a inovação pode trazer a diferença em nossas vidas e nossos negócios. Uma oportunidade que vimos essa semana é a margem equatorial, onde existe um grande volume de óleo para ser produzido naquela fronteira e também uma grande oportunidade para quem tem classe mundial para fornecer para este mercado. Um outro mercado potencial com a Onip é o mercado onshore, além do Promar que vem para a revitalização para os campos maduros da Bacia de Campos, são mercados que se abrem para nossos fornecedores. O trabalho que estamos fazendo fortemente pela Firjan é a Pauta do Gás que é importantíssimo para o Rio de Janeiro, inclusive foi criada uma Coordenação de Cadeias de Valor”, disse Karine.

Novas tecnologias e perspectivas para o setor de petróleo & gás

A palestra sobre Novas Tecnologias abordou o histórico, a crise dos anos 2015/2016, as questões econômicas, problemas que aconteceram na Petrobras, o impacto da pandemia no caixa das empresas, a perspectiva da vacina reflete na retomada da demanda, gerando um reflexo positivo para o Rio de Janeiro e regiões, o investimento na Bacia de Campos, as oportunidades que gerarão no Polo Sergipe-Alagoas e a Petrobras como operadora que detém 25% em águas profundas com o maior número de unidades produtoras.

“Precisamos estar preparados para dar esse salto, sempre considerando que essa ressalva da vacina precisa estar presente em qualquer análise que venhamos fazer. Listar conjuntos de possibilidades para aceleração dos negócios a médio prazo, verificar o conjunto de novos entrantes para a Bacia de Campos, se não fizeram ainda, busquem fazer apresentações do potencial de fornecimento para essas empresas que estão entrando nos campos de desinvestimentos na área offshore, Rota 3 e início da operação da UPG. Temos um mar de oportunidades que se cria em uma operação dessas. A termoelétrica de Macaé e a do Porto do Açu, são empreendimentos que movimentarão um volume extremamente relevante para a região, a partir do momento que as coisas fluírem mais, temos o Tepor também. Sobre descomissionamento, a Petrobras tem perspectiva de 18 sistemas, com grande oportunidade de negócios a partir do ano que vem, um processo continuado, mas em breve será ampliado devido ao período de algumas áreas em exaustão. O empresariado local precisa estar atento ao esforço que todas as empresas estão fazendo na transformação digital, na indústria 4.0. Hoje tem uma enorme importância a inovação das empresas, as que entenderam o que se pode ganhar em termos de redução de custo e segurança operacional trazendo a transformação digital para dentro do setor de Petróleo. Outro tema é as Startups, o empreendedorismo, estão sendo criados programas específicos, na busca da inovação. Mais uma vez acredito que encontramos as condições para uma retomada muito forte no setor, ela é crescente, nos próximos 3 anos, mas isso fica dependendo de encontrarmos soluções para coisas que não estão nem no controle do ponto de vista internacional”, destacou Alfredo Renault, superintendente da ANP.

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