Quem Somos

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SAIBA MAIS

Sobre a Rede Petro

A Rede Petro – BC é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de promover, articular e fomentar a geração de negócios entre os atores da cadeia produtiva de petróleo, gás e energia da Bacia de Campos.

Com o desafio de atender as demandas da principal área de exploração e produção brasileira, a Rede Petro – BC investe constantemente em estudos para viabilização de projetos em que a promoção de negócios dê-se através da competitividade, gerando para as empresas e instituições associadas oportunidades de negócios.

Para isso, a Rede Petro – BC conta com o apoio organizações instituidoras e empresas parceiras, que dedicam-se à aumentar a qualidade dos serviços oferecidos pela Rede e mantê-la atualizada com as necessidades do mercado.

Desde sua fundação, em 2003, a Rede Petro – BC tem como meta principal estreitar o relacionamento de colaboração entre clientes e fornecedores da Bacia de Campos, através da criação de ambientes favoráveis para geração de negócios entre seus associados.

01

MISSÃO

Articular fornecedores e clientes da cadeia de petróleo, gás e energia e agentes de desenvolvimento e pesquisa da Bacia de Campos em uma rede de relacionamentos.
02

VISÃO

Ser referência nacional na capacidade de propiciar uma ambiência favorável à geração de negócios na cadeia de petróleo, gás e energia, contribuindo para o desenvolvimento regional.
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QUALIDADE

A Rede Petro – Bacia de Campos é o verdadeiro significado de qualidade, levamos aos nossos associados o melhor que podemos oferecer para crescermos juntos.

SAIBA QUEM SÃO

NOSSAS ORGANIZAÇÕES INSTITUIDORAS

O trabalho desenvolvido pela Rede Petro – BC junto às Empresas Associadas no desenvolvimento da cadeia produtiva de petróleo, gás e energia da Bacia de Campos (RJ) só é possível graças à dedicação e participação do Comitê Gestor, das Organizações Instituidoras e das Empresas Parceiras da Rede, que concentram esforços na promoção de negócios e acesso à informação qualificada.

Notícias da Rede Petro

Fique atento as últimas notícias da Rede Petro

Aqui nesta área você vai encontrar as últimas notícias da Rede Petro, fique sempre atento, pois colocaremos aqui todas as informações e novidades que acontecem em nossa empresa.

Fonte: Clique Diário

Preocupada com o declínio natural do pós-sal da Bacia de Campos em contraste com os seguidos recordes na produção do pré-sal, a Petrobras anunciou, nesta semana, através do seu diretor de exploração e produção, Carlos Alberto Pereira de Oliveira, que pode investir 21 bilhões de dólares pelo próximos 4 anos.

Durante a audiência pública foi discutida impactos de redesenvolvimento da Bacia de Campos sobre a produção, royalties e emprego


Com um pouco mais de 40 anos de operação, a Bacia de Campos enfrenta queda de produção. Já foi responsável por mais de 80% da atividade petrolífera nacional. Hoje, o declínio da Bacia de Campos teve esse percentual para – 48% pera de 1,5 bi de dólares de perda na queda dos royalties, segundo dados do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustível (IBP). Outros assuntos que foram discutidos em audiência pública da Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), presidida pelo deputado estadual e vice-presidente da comissão, Welberth Rezende, foi a revitalização geral da Bacia de Campos, novas descobertas de pré-sal, fase de produção e novas oportunidades de emprego, onde representantes do IBP, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Petrobras, apontaram declínios e novas esperanças para o futuro.

Por causa do grande tempo de funcionamento, é normal que a Bacia de Campos tenha tido uma redução no ritmo de atividades. Profissionais da área apresentaram propostas em buscas de medidas regulatórias e técnicas que tragam investimentos e aumentem o ritmo de produção para gerar renda, arrecadação e empregos para a Capital Nacional do Petróleo.
A curto prazo, a ANP defendeu a revitalização dos campos maduros, áreas de exploração que, embora ainda economicamente viáveis, estão em queda de produtividade por já terem tido grande parte da sua reserva explorada.

O superintendente de Desenvolvimento e Produção da ANP, Dr. Marcelo Castilho, apresentou dados de plano de desenvolvimento aprovados estimados em 28,9 bi de dólares, redução de royalties, revitalização , investimentos até o ano de 2023.

A revitalização dos campos maduros na Bacia de Campos promete injetar alguns bilhões de dólares, o que representa a abertura de novas vagas de emprego na região.

“A Bacia de Campos foi grande vitoriosa em termos rodadas de licitações, de 2017 até este ano. Dois anos atrás, a Bacia de Campos teve 8 blocos arrematados resultando num bônus de 3,65 bi”, disse Marcelo Castilho.

Durante a audiência pública foram discutidos a queda da produção que implica em queda na receita com royalties, o redesenvolvimento como alternativa ao descomissionamentos das plataformas, onde 32 cessarão sua produção até o ano de 2025 na Bacia de Campos. Foi apresentado o custo de 8 bi de dólares para descomissionar todas as instalações da Bacia de Campos com mais de 25 anos de operação ou campos atingindo o fim de sua vida econômica até o ano de 2025.

Segundo IBP, se nada for feito, a Bacia de Campos em 10 anos pode perder 3/4 de lucro. Caso não seja recuperado, a bacia pode voltar para o nível dos anos 90 em termos de produção.

A Petrobras fez os primeiros poços em Pargo na década de 1970 e o auge da atividade na região foi na década de 1980, sendo os últimos poços de produção perfurados na região, no campo de Carapeba, em 1998. De lá para cá, a Petrobras fez algumas campanhas em Pargo e Carapeba com poços de exploração, sendo o último poço perfurado em 2011.
Desde 2017, com apoio de diversas empresas da indústria do petróleo, e até do ex-presidente da Petrobras, Pedro Parente, em esteve em Macaé em 2018, o prefeito Dr. Aluizio vem articulando junto ao governo federal pela revitalização dos campos maduros, algo cada vez mais próximo de se tornar uma realidade na região, gerando emprego e renda não apenas para Macaé, mas também para toda região, o Estado do Rio, e o país, já que a indústria de óleo e gás é responsável por 13% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo dados de janeiro deste ano.

Fonte: O DebateOn

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