OGX declara comercialidade da acumulação de Bom Jesus

A OGX apresentou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), através de sua subsidiária OGX Maranhão Petróleo e Gás S.A., a Declaração de Comercialidade da acumulação de Bom Jesus, descoberta nos Blocos PN-T-67 e PN-T-68, na Bacia do Parnaíba.

“Esta declaração de comercialidade é resultado de uma bem sucedida campanha exploratória na Bacia do Parnaíba e demonstra que continuamos avançando na região em busca de novas áreas e na execução de nossos projetos”, comentou Luiz Carneiro, diretor presidente da OGX.

A declaração de comercialidade apresentada, relativa à acumulação de Bom Jesus, será denominada de Campo de Gavião Branco. O Plano de Desenvolvimento (PD) será submetido em breve à ANP. A OGX estima um volume total in situ entre 0,2 e 0,5 Tcf de gás para este campo.

A OGX Maranhão Petróleo e Gás S.A., empresa operadora dos Blocos PN-T-67 e PN-T-68, é uma sociedade formada entre OGX (66,6%) e MPX Energia S.A. (33,3%), detendo 70% de participação nos referidos blocos, enquanto a Petra Energia S.A. detém os 30% restantes.

A OGX apresentou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), através de sua subsidiária OGX Maranhão Petróleo e Gás S.A., a Declaração de Comercialidade da acumulação de Bom Jesus, descoberta nos Blocos PN-T-67 e PN-T-68, na Bacia do Parnaíba.

“Esta declaração de comercialidade é resultado de uma bem sucedida campanha exploratória na Bacia do Parnaíba e demonstra que continuamos avançando na região em busca de novas áreas e na execução de nossos projetos”, comentou Luiz Carneiro, diretor presidente da OGX.

A declaração de comercialidade apresentada, relativa à acumulação de Bom Jesus, será denominada de Campo de Gavião Branco. O Plano de Desenvolvimento (PD) será submetido em breve à ANP. A OGX estima um volume total in situ entre 0,2 e 0,5 Tcf de gás para este campo.

A OGX Maranhão Petróleo e Gás S.A., empresa operadora dos Blocos PN-T-67 e PN-T-68, é uma sociedade formada entre OGX (66,6%) e MPX Energia S.A. (33,3%), detendo 70% de participação nos referidos blocos, enquanto a Petra Energia S.A. detém os 30% restantes.

Fonte: Redação TnPetroleo

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