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Marinha deve inaugurar este mês primeira fase da base de submarinos

O Brasil dará um passo importante no domínio da tecnologia de submarinos convencionais e nucleares com a inauguração da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (Ufem), em Itaguaí, prevista para este mês. Em uma área construída de 90 mil metros quadrados, com destaque para o hangar principal, de 47 metros de altura, serão feitos os segmentos dos submarinos que depois seguirão para montagem no estaleiro.

O interesse do país em desenvolver uma frota de submarinos, mais moderna do que a atual, de tecnologia alemã, se justifica pela proteção aos campos petrolíferos do pré-sal, além de garantir soberania brasileira à chamada Amazônia Azul, como é conhecida a zona econômica exclusiva (ZEE) de 200 milhas náuticas (370 quilômetros) a partir da costa, compondo uma extensão de 3,6 milhões de quilômetros quadrados. Além do petróleo, o subsolo marítimo guarda outras riquezas, incluindo metais nobres.

A Ufem está inserida em um complexo com 750 mil metros quadrados, a 90 quilômetros do centro do Rio. O local, além do estaleiro e da própria Ufem, também abrigará a base naval da Marinha. Para ligar a base ao estaleiro, foi escavado na rocha um túnel de 700 metros de extensão, por 14 metros de diâmetro. Os esforços fazem parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que garantirá ao Brasil quatro modernos submarinos convencionais, a partir de 2017, e um submarino nuclear, previsto para entrar em operação até 2025.

O investimento do governo brasileiro, só na montagem das estruturas, fora os custos com os submarinos, chega a R$ 4,997 bilhões, dos quais R$ 2,8 bilhões já foram aplicados, com previsão de liberação de mais R$ 1,4 bilhão no Orçamento da União de 2013. As informações foram divulgadas na segunda-feira (5), pelo assessor da gerência do projeto, capitão de mar e guerra João Carlos Pimenta. Ele participou da visita que o ministro da Defesa da França, Jean Yves Le Drian, e o comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto, fizeram ao local das obras.

O Prosub é resultado de uma parceria entre o governo brasileiro, iniciada no governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a França, que prevê repasse de tecnologia francesa ao Brasil para a construção dos submarinos, principalmente o nuclear.

Fonte: Agência Brasil

ANP garante que abastecimento está normal no país

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou nesta segunda-feira, dia 5, que o abastecimento de combustíveis no Brasil, tanto de diesel como de gasolina, está ocorrendo de forma regular. “Casos pontuais envolvendo o abastecimento de gasolina, ocorridos recentemente em alguns locais, já foram sanados”, disse a entidade, em nota.

Segundo a agência reguladora, a importação de combustíveis é um procedimento normalmente usado para complementar a diferença entre a oferta e demanda. A agência informou ainda que monitora o abastecimento de combustíveis e mantém contato permanente com órgãos do governo e agentes econômicos do setor para garantir o suprimento de combustíveis no país.

No último fim de semana, notícias veiculadas na imprensa informavam que algumas regiões do país estão sob ameaça de ficar sem combustível no fim do ano.

Fonte: Agência Brasil

Petrobras anuncia presença de gás natural em poços no Peru

Em comunicado à imprensa, a Petrobras confirma que três poços – de Urubamba, Picha e Taini – localizados na Bacia de Madre de Dios, no Peru, dispõem de uma grande quantidade de gás natural e condensado.
Segundo a companhia, o gás encontrado totaliza o volume na ordem de 56,6 bilhões de metros cúbicos de gás natural e 113,7 milhões de barris de condensado.

No mesmo local, também está sendo perfurado o poço Paratori, ainda em análise, com término previsto para dezembro deste ano. De acordo com a estatal, a comprovação de reservas em Paratori pode elevar o volume de exploração e produção da região.

A Petrobras Energia Peru S.A. (PEP), subsidiária integral da Petrobras, é a operadora do poço com 100% de participação.

Produção no Brasil

Em matéria divulgada pelo NNpetro, a Petrobras informou que bateu seu próprio recorde de entrega de gás natural em setembro, quando foram colocados no mercado 91,4 milhões de metros cúbicos, ultrapassando o recorde anterior de 85,9 milhões de metros cúbicos, registrado em novembro de 2010.

A diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, estima que as novas refinarias da Petrobras devem consumir 30 milhões de metros cúbicos diários de gás em 2020.

Fonte: Agência Petrobras

Divisão de royalties volta à pauta da Câmara nesta terça-feira

Alvo de polêmica durante a última semana, o projeto de lei do Senado que altera a distribuição dos royalties do petróleo poderá ser votado nesta terça-feira, dia 6 de novembro, pela Câmara dos Deputados. A proposta em análise prevê a mudança dos contratos firmados ainda no regime de concessão e define os percentuais de divisão entre todos os estado dos royalties para os poços em regime de partilha.

Na última quarta-feira, dia 31 de outubro, o Palácio do Planalto se posicionou favoravelmente à destinação integral dos royalties para a educação e a manutenção dos contratos de exploração de petróleo já firmados. O documento com as sugestões do governo foi encaminhado ao relator da proposta, Carlos Zarattini (PT-SP).

“O que é o texto do governo: todo o petróleo que já foi licitado continuará com o mesmo critério de distribuição, não muda. Já todo o petróleo que será licitado a partir da promulgação da lei vai ser distribuído com novo critério. Vai 100% para educação”, disse Zarattini.

O relator, no entanto, não concorda em manter inalteradas as regras dos poços já licitados. O petista, que conta com o apoio de 25 das 27 bancadas dos estados na Casa, manteve no seu relatório a versão aprovada pelo Senado e negociada na comissão especial da Câmara que analisou a proposta.

Nela está prevista, entre outros pontos, a destinação de 22% dos recursos da compensação financeira para a União, 22% para os estados produtores, 5% para municípios produtores, 2% para os afetados pelo embarque de óleo e gás e 49% para um fundo especial a ser dividido entre os estados e municípios não produtores por meio dos critérios de fundos constitucionais. Os recursos devem começar a entrar no caixa das unidades federativas a partir de 2020.

Representantes dos principais estados produtores de petróleo do país, os parlamentares do Rio de Janeiro e do Espírito Santo não concordam com a tese de mudar as regras dos poços já licitados. Eles também são contrários à perda de receitas por parte dos seus estados. Atualmente, os dois estados são os principais beneficiários dos royalties da produção de petróleo.

Fonte: Agência Brasil

Empresa investirá R$ 120 milhões para produzir peça de plataforma de petróleo

A Tomé Engenharia foi a terceira empresa a receber um terreno da prefeitura de Charqueadas (a cerca de 50 quilômetros de Porto Alegre) para se instalar no recém-criado polo naval da cidade.

A empresa irá investir R$ 110 milhões na construção de uma planta que fabricará módulos de plataformas para o setor de petróleo.

A companhia confirma o projeto, mas não fala sobre o assunto por ele ainda estar em fase “embrionária”.

O contrato que cede a posse do terreno, porém, foi assinado nesta semana pelo prefeito do município, Davi Gilmar (PDT), e pelo presidente da empresa, Laércio Tomé, segundo a prefeitura.

A companhia irá ocupar um espaço de 26 hectares. Em contrapartida, deve gerar cerca de 1.500 empregos diretos.

A Tomé Engenharia irá instalar sua unidade perto do terreno cedido para a Metasa, que está investindo R$ 120 milhões em sua planta.

A Metasa deverá ser uma das fornecedoras de estruturas metálicas da Tomé.

A terceira companhia que também recebeu incentivo da prefeitura para formar o polo naval é a Iesa Oléo e Gás.

As empresas foram para a região atraídas não só pelos estímulos públicos, mas também pela localização e pela mão de obra local.

A cidade já é sede de fábricas da GKN do Brasil, de autopeças, e da Gerdau.

“Temos um polo metalomecânico que formou profissionais. Há funções semelhantes entre os que trabalham hoje nesse setor e os que atuarão na indústria oceânica”, diz o prefeito da cidade.

Fonte: Jornal de Floripa

Começa a construção da primeira plataforma replicante do Brasil

A Petrobras e seus parceiros – BG Group, Petrogal e Repsol Sinopec – por meio de suas afiliadas Tupi-BV e Guará-BV, iniciaram na última terça-feira, dia 30 de outubro, no Estaleiro Rio Grande (RS), a edificação (colocação dentro do dique seco do primeiro bloco para a construção do casco) da primeira dentre as oito plataformas replicantes do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere petróleo e gás).

Essas plataformas estão sendo construídas no Brasil para o desenvolvimento dos projetos do pré-sal nos blocos BM-S-9 e BM-S-11, localizados na Bacia de Santos. O início da utilização do dique seco é um marco importante no projeto dos FPSOs replicantes, que serão utilizados na primeira fase de desenvolvimento definida pelos parceiros dos blocos citados.

O consórcio do Bloco BM-S-11 é operado pela Petrobras (65%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (25%) e Petrogal Brasil S.A. (10%). Já o consórcio do Bloco BM-S-9 é operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e Repsol Sinopec Brasil S.A. (25%).

 

Fonte: Agência Petrobras

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Petróleo fecha em alta com queda de estoques

Os preços do petróleo subiram desde o dia 1º, em Nova York, após o Departamento de Energia dos EUA (DoE) informar que os estoques tiveram uma queda maior do que se previa na semana passada, de 2,045 milhões de barris, acima da previsão de recuo de 1,7 milhão de barris.

 

A alta dos preços também refletiu alertas de analistas de que a oferta de combustíveis poderá ficar apertada depois da passagem do furacão Sandy pela costa leste do país. Os contratos de petróleo bruto para dezembro fecharam a US$ 87,09 por barril, uma alta de 0, 99%.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Pesquisa mostra que consumo de gás natural foi recorde em setembro

O consumo médio de gás natural no mês de setembro foi de 63,8 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia), a maior média alcançada pelo setor desde 2010. De acordo com o levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), em comparação com mesmo mês do ano anterior, houve um amento de 32,8%.

A demanda pelo insumo em setembro foi puxada pelo acionamento das termelétricas, que consumiram 20,6 milhões de m³/dia, um volume 124% maior em relação ao mês anterior.

O segmento automotivo apresentou um aumento de 2,4%, enquanto os segmentos residencial e comercial apresentaram retração de 6% e 0,5% respectivamente. Já o segmento industrial segue estável, com um crescimento de 0,37%, apesar da diminuição da produção industrial registrada em setembro pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

A região Sudeste continua sendo a região que mais consome gás natural no país, com 42,5 milhões de m³/dia consumidos em setembro. Na sequencia, estão as regiões Nordeste com 10,4 milhões m³/dia e Sul com 6,8 milhões. Já as Regiões Centro-Oeste e Norte consumiram, respectivamente, 1,2 milhões m³/dia e 2,6 milhões m³/dia.

 

Fonte: Ascom Abegás

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PhDsoft lança nova versão da tecnologia que previne corrosão

A PhDsoft está lançando uma nova versão do seu principal produto, o software C4D. Único no mundo, ele é usado na manutenção de estruturas como plataformas de petróleo e navios. Até pelo aumento da segurança que viabiliza, ele já foi adotado por Petrobras, Shell, Modec e Subsea7. Desenvolvida nos últimos dois anos, a nova versão demandou investimentos de R$ 5 milhões.

O C4D modela as estruturas em 3D, simula o seu desgaste ao longo do tempo e arquiva todas as informações que antes ficavam dispersas em inúmeras pilhas de plantas e relatórios de reparos. Agora, o software também inclui realidade aumentada para orientar os robôs submarinos que auxiliam nas inspeções. Esta foi uma demanda para a exploração do pré-sal. A nova versão permite ainda uma maior integração com toda a cadeia de valor das petroleiras.

“O C4D é um case de sucesso brasileiro. Ele reúne as técnicas mais modernas de engenharia, TI e gestão para maximizar a eficiência do processo de manutenção e minimizar riscos de acidentes que causam grandes prejuízos, poluição e mortes. Foi isso o que atraiu a Petrobras, há mais de 15 anos, quando eu ainda testava a tecnologia como professor da UFRJ, antes de fundar a PhDsoft, em 2000. Mais do que cliente, a Petrobras tem sido um parceiro fundamental para o desenvolvimento do C4D”, explica Duperron Ribeiro, CEO da empresa.

Estudos norte-americanos estimam os custos da corrosão, nos EUA, em torno de 4% do PIB. Isso é quase US$ 600 bilhões. Um quinto da produção mundial de aço é destinado a repor perdas causadas pela corrosão. Na indústria do petróleo, o problema é ainda mais crítico. Cada dia a menos que uma plataforma fica parada para manutenção pode representar uma economia de US$ 500 mil em produtividade. Além disso, falhas na manutenção podem causar desastres ambientais.

 

Fonte: TN Petróleo

 

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