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01/11/2017 Consultor prevê "mais renda, emprego e royalties" para a BC

  A expectativa por boas notícias moveu empresários do setor de óleo e gás para a Reunião Geral da Rede Petro – Bacia de Campos, realizada ontem (31), no auditório do Senai, em Macaé. Glauco Nader, sócio-diretor da Dinamus Consultoria, apresentou os números e as perspectivas futuras após os leilões realizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

 

  Durante essa semana, o Governo Federal elevou a estimativa de arrecadação com os leilões do pré-sal, realizados no último dia 27 de outubro. A previsão agora é que a arrecadação chegue a R$600 bilhões de reais nas próximas décadas, quase R$200 bilhões a mais que o esperado. A Bacia de Campos teve um bloco arrematado nas rodadas de partilha pelo consórcio Petrobras e BP Energy.

 

  Mais animadora ainda para a BC foi a 14ª Rodada de Licitações de blocos para exploração de petróleo e gás. A arrecadação da Bacia de Campos representou mais de 90% do total, somando R$3,6 bilhões. Outra boa notícia foi a vinda da americana Exxon Mobil. “É a maior empresa privada de petróleo do mundo”, disse Glauco Nader.

 

  Os frutos desse investimento devem ser colhidos pelos empresários de Macaé em um período de 2 a 5 anos. Isso porque as empresas do município não lucram apenas com a fase de produção do petróleo, a economia de Macaé já começa a ser movimentada desde a fase de exploração, quando tem início a perfuração.

 

   “Mais renda, emprego e royalties, esse é o futuro que está ao nosso alcance nos próximos anos”, disse o consultor ao lembrar que o calendário de rodadas definido até 2019 e a oferta permanente de blocos volta a atrair investimentos para o setor de óleo e gás no Brasil.

 

  A reunião contou ainda com a participação do gerente de suprimento de bens e serviços para E&P Bacia de Campos da Petrobras, Paulo Alberto. A estatal mudará o modo das contratações a partir do ano que vem em adequação à Lei 13.303, conhecida como Lei das Estatais.

 

  Uma das principais alterações é que agora os processos licitatórios serão públicos, publicados no Diário Oficial, e qualquer empresa poderá participar, desde que esteja adequada às questões econômicas, técnicas e jurídicas requeridas por lei. “Uma empresa pode ter até uma proposta comercial melhor, mas se não estiver adequada à lei, ela não vai ser habilitada ao processo (licitatório)”, alerta Paulo Alberto. As empresas têm 6 meses para se adequarem. Segundo o gerente da estatal, “a virada de chave para todos os processos da Petrobras será feita em maio do ano que vem”.

 

  A Petrobras estará presente também na próxima Reunião Geral realizada pela Rede Petro – Bacia de Campos, a última de 2017, realizada no próximo dia 5 de dezembro.

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